segunda-feira, 30 de novembro de 2009

* primeiras imagens da gravação do filme eclipse, a irresistivel continuação de crepúsculo e lua nova.







domingo, 29 de novembro de 2009

O jornal L’Osservatore Romano (LOR) publicou em sua edição desta sexta-feira um artigo no qual critica a nova produção “Lua Nova (New Moon)”, saga de “Crepúsculo”, uma história que relata o triângulo amoroso entre um vampiro vegetariano, um lobisomem e uma adolescente solitária que não encaixa em seu ambiente.

Esta segunda parte da saga mostra a protagonista Bela Swan, deprimida pela partida de seu noivo Edward Cullen, o vampiro, que a deixa para não colocar a vida de sua amada em perigo. Assim se aproxima de seu amigo Jacob Black, quem na realidade é um lobisomem.

“Em Lua Nova –diz LOR– Bela acaba de cumprir 18 anos, mas está cheia de cicatrizes não curadas, não só exteriores, é uma moça próxima aos lobisomens que vive em equilíbrio entre dois mundos e foi ferida por quem deveria tê-la protegido”.

O jornal vaticano assinala que este filme “já gerou comentários de muitos (críticos profissionais e não profissionais, bloggers e outros) e a repetição até o cansaço do já foi dito e ouvido sobre o primeiro episódio: se trataria de pura propaganda moralmente perigosa, de um ‘elogio à repressão sexual em si mesma’, de uma espécie de anúncio cristão camuflado como best seller juvenil”.

Com esta tendência, diz o artigo, “terei que tirar o chapéu” para a autora Stephanie Meyers, quem escreveu a saga e “que foi capaz de dourar a pílula para encobrir o severo alerta obscurantista com alguns” clichês “para ir criando uma máquina de dinheiro que funciona à toda potência em todo o mundo”.

Depois de comentar o tratamento pouco claro da produção sobre a sexualidade, LOR descreve que no filme “existe uma zona escura, uma hostil ansiedade comum a todos os personagens principais, assim como o medo a serem divididos pelo tempo que passa (apenas para Bela, a protagonista, pois Edward, o vampiro, terá sempre 17 anos) e o terror de decepcionar a pessoa amada, de perdê-la para sempre ou de causar-lhe um mal irremediável, como sucedeu com o Romeu” de Shakespeare.

Como em Crepúsculo, “a opção por fazer que os ‘monstros’ assim como os vampiros e os lobisomens falem é um eficaz instrumento expressivo fazendo que a própria pessoa esteja diante do enigma da liberdade e do misterioso impulso de morte que envenena a vida gerando violência, infelicidade e caos no mundo dos humanos, a ‘ferida original’ que todos têm dentro”.

É melhor, prossegue o artigo do LOR, “evitar chamar ‘pecado’ (seu aroma a incenso poderia alarmar aos laicistas) à ‘ferida original’ que pode ser traduzida como a sombra que envolve as relações de amizade ou amor, que transforma à chamada sociedade civil em uma instância de crueldade e ferocidade”.

Pode-se ver, ademais, “a facilidade com a que um afeto profundo ou inclusive uma relação de simples empatia se transforma em uma relação de poder, e o gosto amargo da ‘espinhosa realidade’, como escrevia Rimbaud, que se revela na contínua repetição do mecanismo de ‘tensão para o cumprimento, desilusão, reação violenta’”.

O texto assinala também que a “cada certo tempo o registro constantemente alto do roteiro faz tropeçar os diálogos em qualquer ingenuidade e não faltam algumas estupidez e quedas da tensão, sobre tudo nas cenas rodadas na Itália, em Montepulciano (…) mas os intérpretes parecem convincentes (ao menos até agora) e irônicos inclusive fora do set: ‘75 por cento do mérito é dos cabelos’, responde Robert Pattinson (Edward) ao ser perguntado pelo êxito planetário do bom vampiro, um pouco James Dean, um pouco ícone dark de quem vive na cidade mais chuvosa dos Estados Unidos”.

De outro lado, o perito em cinema do Pontifício Conselho para a Cultura, Dom Franco Perazzolo, assinalou que a esta produção constitui “um vazio mais perigoso que qualquer tipo de mensagem desviada”.

“O gênero vampiresco combina uma série explosiva de imagens que sempre atrai às jovens gerações para os extremos, depois do qual se encontra o vazio”, disse.
Como não poderia deixar de ser, Os Simpsons não vão ficar de fora do sucesso dos vampiros. Uma paródia de Twilight, Crepúsculo, está sendo produzida e deve ir ao ar ainda nessa temporada do desenho, mas apenas em 2010. O nome do episódio já foi divulgado, será Treehouse of Horror 21.

O enredo desse especial vai contar a história de Edmund, um jovem vampiro que deixa Lisa apaixonada. No entanto, tanto Homer como o pai dele tentarão impedir o romance.

Para fazer a voz do personagem, foi convidado Daniel Radcliffe, o ator que interpreta Harry Potter nos filmes da saga escrita por J.K.Rowling.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

As fotos do Robert que vocês conferem abaixo, foram tiradas para a revista One, da Alemanha. Essas fotos não aparecem na revista, então aproveitem


Há alguns romances que já são uma página virada… literalmente! O que dizer do beijinho de Tay e Rob? Só na mente criativa de alguem com uma revista e muito tempo livre entre as mãos . . . kkkkkkkkkkkkkk .. a fto ficou legal, mas fica mais legal ainda , robert com kristen e taylor lautner com taylor swift

Com New Moon batendo recordes, a atenção deve ser levado a um trailer com uma data de lançamento em março de 2010. Não, não é o Eclipse, mas sim Remember Me, um filme que poderia legitimar Robert Pattinson como ator e não apenas um menino da capa de qualquer revista teen.

Remember Me é preenchido com um elenco incrível: o impecável, vencedor do Oscar Chris Cooper, Pierce Brosnan e Lena Olin. Robert interpreta Tyler, um desajustado poético, que quer ser seu próprio homem, mas não sabe como encontrar o caminho para se tornar um. Seu pai, interpretado por Brosnan, não sei o que fazer com ele, que só conduz a uma maior alienação de Tyler.

Até que ele encontra Ally, que lhe dá uma faísca em um relacionamento real. Ela é peculiar como ele é, então só poderia ser o ideal. Isto é, até seu pai, interpretado por Cooper, aparecer como o policial que havia prendido Tyler anteriormente e as tensões só aumenrem entre eles, conforme o relacionamento de Tyler com Ally cresce.

Kellan foi fotografado saindo da boate MI6 e não foi com AnnaLyne não. Uma garota misteriosa estava no banco de trás do carro dele e Kellan parecia o motorista dela, mas enfim. Fica a curiosidade. Será uma nova namorada, peguete ou só amiga mesmo?

sábado, 21 de novembro de 2009


Os Volturi ( ARO, CAIUS, MARCUS, JANE E ALEC )
IMAGENS DA PRE ESTREIA LUA NOVA EM ARACAJU-SE AS 23h55.
FOTOS TIRADAS PELO FÃ CLUB TWIFORKS E OS ESTUDANTES DE
JORNALISMO DA UFS LOHAN E MALU. QUE COM AMBOS FOI REALIZADA
UMA PARCERIA MUITO IMPORTANTE PARA O TWIFORKS - AJU.
















HORARIOS DE LUA NOVA NO CINEMARK - AJU , SHOPPING JARDINS
NEW MOON ‎2h 10min‎‎ - 12 anos‎‎ - Romance‎‎ - Dublado‎
11:15 ,12:00 ,14:05 ,15:05 ,17:05 ,18:10 ,20:05 ,21:00 ,23:00 ,23:50
NEW MOON ‎2h 10min‎‎ - 12 anos‎‎ - Romance‎‎ - Legendado‎
13:00,13:30 ,15:40 ,16:10 ,18:40 ,19:10 ,21:40 ,22:10 ,00:30
CRITICAS DE LUA NOVA, críticaa feitas por PAULO VILANÇA:

*Lua NovA*

Dirigido por Chris Weitz. Com: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Ashley Greene, Billy Burke, Jackson Rathbone, Peter Facinelli, Michael Sheen, Rachelle Lefevre, Nikki Reed, Graham Greene, Dakota Fanning.


Não sou fã de Crepúsculo, primeiro filme da série inspirada nos livros da norte-americana Stephenie Meyer (os quais não li, embora tenha tentado e desistido ao perceber que ela não sabia escrever). Assim, foi com certo temor que entrei no cinema para conferir esta continuação, que, embora não tenha resultado num bom longa, tampouco é ruim. Ainda assim, reparem que tomei o cuidado de não usar a expressão “está longe de ser ruim”, tão comum em frases que se iniciam com um “pode não ser bom” – e o motivo é simples: Lua Nova está perigosamente perto de ser um filme ruim, já que insiste em acompanhar um romance profundamente entediante. Ora, o segredo de uma obra do gênero é relativamente simples: estabelecer um casal que inspire a torcida e a simpatia do espectador, mas Meyer (e a roteirista Melissa Rosenberg) tortura o público com duas figuras desinteressantes e aborrecidas cujo único atrativo dramático reside no fato da mocinha estar sempre prestes a ser destruída pelo mocinho. Mas nem isso é o bastante; se fosse, alguém já teria lançado um filme chamado A Lesma e o Potinho de Sal.
Apesar disso, é fácil entender por que a obra de Meyer despertou o fascínio de tantas adolescentes: Bella (Stewart) é uma garota comum que, dona de uma beleza igualmente comum, passa a ser disputada por homens belos e musculosos que, embora donos de incríveis poderes, se derretem diante da moça. Freqüentando a escola da pequena cidade em que vive, a menina passeia orgulhosa com o namorado vampiro, Edward (Pattinson), que, aos 109 anos, aparentemente continua a tomar pau em trigonometria (ler crítica do original). Depois de um incidente que leva o sujeito a temer pela segurança da amada, Edward e sua família abandonam o lugarejo, deixando Bella em profundo estado de depressão. Por sorte, ela acaba se aproximando de Jacob (Lautner), mas as coisas voltam a se complicar quando a moça descobre que o rapaz é um lobisomem - ou, considerando que ele se transforma sempre que fica nervoso, um lobishulk. Dividida, ela passa a se entregar a atividades cada vez mais perigosas mesmo sendo advertida por Edward (que surge numa espécie de visão ou delírio, como um Grilo Falante fantasmagórico) sobre a importância de tomar conta de si mesma.
Insistindo na metáfora conservadora sobre abstinência sexual ao retratar os esforços de Edward para conter os próprios impulsos (desta vez, Bella chega a voar num avião “Virgin”, escancarando a mensagem), Lua Nova não hesita em sugerir comparações entre sua história e o clássico absoluto de Shakespeare Romeu & Julieta, chegando a retratar o vampiro recitando alguns dos diálogos criados pelo bardo. Isto se revela particularmente desastroso quando Edward abandona as citações e passa a usar os diálogos de Stephenie Meyer, que, pedestres, se limitam a repetições do tipo “Você já me deu tudo só por existir”, “A única coisa que me impede de me matar é você”, “Você já me protege” e “Você é minha única razão para permanecer vivo” – e, juro, há um momento em que todas estas frases são ditas em seqüência, o que não deixa de ser um pequeno feito.
Ainda assim, nada se compara à chatice crônica de Bella, cujo mantra parece ser “Me transforme, me transforme, me transforme!” – o que, confesso, me fez compreender não só por que Edward teme tanto feri-la, mas também por que decide abandoná-la. Por outro lado, é curioso que para isso ele minta, dizendo que não a ama, já que seria razoável supor que Bella perceberia a farsa, já que: 1) trata-se de um clichê velhíssimo; e 2) ela usou a mesmíssima estratégia ao tentar proteger o pai no filme anterior. Em vez disso, porém, ela se entrega à auto-comiseração, despertando de seu estupor apenas ao descobrir que Jacob, cujos avanços ela vinha rechaçando, é um monstro que se odeia e que pode matá-la facilmente – o que naturalmente leva a perturbada garota a demonstrar interesse pelo rapaz. E como Bella aparentemente é uma obsessiva tão grande quanto Glenn Close em Atração Fatal, ela não demora a se oferecer a abandonar tudo para partir com Jacob, provando (como no filme anterior) que uma mulher apaixonada deve valorizar mais os desejos do amado do que suas próprias necessidades e que as conquistas feministas são uma besteira sem tamanho. Mas esta sua subserviência perde apenas para seu talento para constatar o óbvio, já que a moça demonstra um talento inigualável para dizer coisas como “Você está musculoso”, “Cortei o dedo com papel”, “Você cortou o cabelo” e (minha favorita) “Então você é um lobisomem”.
E por falar em músculos, é curioso observar como o diretor Chris Weitz jamais teme o ridículo ao insistir em retratar o ator Taylor Lautner passeando sem camisa durante a maior parte do filme, mesmo sob forte chuva ou à noite – e igualmente interessante é notar que o rapaz só se veste... ao dormir. Ainda assim, isso jamais chega ser a tão ridículo quanto a pele de purpurina de Edward (uma das invenções mais estúpidas de Meyer), que, por sua vez, parece caminhar apenas em câmera lenta, como se estivesse preso num interminável comercial de calças jeans. Bom, ao menos isso é melhor do que ser obrigado a testemunhar Robert Pattinson tentando atuar, já que o rapaz vem se revelando um dos intérpretes mais inexpressivos da nova geração.
Até aqui, contudo, creio não ter dito nenhuma novidade, já que praticamente todos esses problemas se mostravam presentes em Crepúsculo. Por outro lado, há alguns elementos em Lua Nova que certamente o tornam mais assistível do que aquela besteira monumental: em primeiro lugar, a seqüência de pesadelo que abre a narrativa se mostra mais rica em sua significação e mais angustiante do que qualquer coisa presente no original. Além disso, os efeitos visuais se mostram infinitamente melhores e a trilha instrumental de Alexandre Desplat (bem como a incidental) é mais discreta, evitando martelar o espectador. Para finalizar, a seqüência que se passa na Itália e traz Michael Sheen e Dakota Fanning é intrigante não só em sua condução, mas por sugerir que há muito mais por trás desses insossos vampiros do que poderíamos imaginar – e é uma pena que não possamos acompanhar aqueles personagens em vez dos aborrecidos adolescentes emo nos quais Stephenie Meyer prefere se concentrar.
Já o diretor Chris Weitz faz um trabalho apenas correto, perdendo pontos importantes ao escancarar sua falta de confiança na inteligência do espectador (mas quem pode culpá-lo?) durante a seqüência em que, através de sucessivos travellings circulares, estabelece a passagem do tempo ao enfocar a mudança das estações através da janela de Bella – algo que poderia até ser interessante caso o cineasta não insistisse em também indicar, através de letreiros, a mudança dos meses. Da mesma forma, a maquiagem usada para empalidecer os vampiros continua pavorosa, permitindo até mesmo que percebamos o ponto preciso em que ela chega ao fim no pescoço dos atores. E se as discussões supostamente filosóficas sobre a natureza da alma dos vampiros é algo que soa a um bate-papo entre pré-adolescentes, igualmente ofensivo é perceber como um lobishulk pode atacar Bella em um momento apenas para, depois de uma intensa luta com Jacob, surgir sorrindo despreocupadamente e dizendo um simples “Desculpa”, como se nada de grave houvesse ocorrido.
Considerando o talento de Bella para atrair pares românticos bizarros, mal posso esperar para chegar ao quarto filme da série, quando ela provavelmente já estará sendo disputada não apenas pelo vampiro Edward e pelo lobishulk Jacob, mas também pela Criatura de Frankenstein, pelo Monstro do Pântano e por Freddy Krueger. A esta altura, as fãs da “saga” Crepúsculo certamente estarão ainda mais comovidas com a natureza sofrida da garota, enxergando-a como uma romântica inveterada.

Já eu consigo ver apenas uma aborrecida lesma suicida.

Observação: logo ao sair da sessão da meia-noite (a distribuidora não realizou cabines para a crítica fora de São Paulo por algum motivo misterioso), publiquei um rápido comentário em áudio que pode ser ouvido aqui.

19 de Novembro de 2009



As cenas de New Moon (Lua Nova) estão abalando as estruturas de Montepulciano, na Itália. A maior parte da população feminina local, esteve presente nas gravações do longa, onde foi fotografada uma das cenas mais esperadas pelos fãs da saga de Stephanie Meyer.


Robert Pattinson e Kristen Stewart, foram flagrados num caloroso abraço seguido de um beijo, cena em que seus personagens Edward Cullen (Pattinson) e Bella Swan (Stewart) se reencontram após um quase suicídio programado, pelo vampiro-galã.

agora que lua nova ja chegou nos cinemas, nos ja confirimos na pré estreia e o filme é realmente nota 1000, más para quem não teve oportunidade de ver o filme ainda, va agora mesmo, você não vai se arrepender.

dia 21/11 faltou energia no shopping todooo, inclusive no cinemaaaA durante mais ou menos 2 horas, e o pior de tudo é que o gerador não tava funcionando .. ¬¬ , foi horriiveell, pra sair do shopp foi pior as portas elétricas ficaram trancadas isso causou muitos tumutos .. ,e o cinemark foi obrigado a cancelar as sessões de todos os filmes, inclusive NEW MOON. As atividade do cinemark so tiveram retorno as 19h45 ... foi uma gritaria sooh
o pessoal adoroou a falta de energia pois o shopping ficou uma bagunça sooH .. xD

Abraço a todos os TWIFORKIANOS !




Zeca Camargo entrevista Kristen Stewart e Taylor Lautner
Eles ficaram impressionados com o calor dos fãs brasileiros e disseram que foi a melhor experiência que tiveram no país.

O apresentador do Fantástico, Zeca Camargo, entrevistou Kristen Stewart e Taylor Lautner, atores da série Crepúsculo, na manhã deste domingo (01), em São Paulo.


Essa é a primeira imagem exibida do possivel poster do filme ECLIPSE. Linda neh ?? todos estamos muiiito anciosos para que chegue logo o dia
30 de junho.. mas quem não ta ancioso neh, todos nos estamos .. hehehehehehe ...
mas muito, muito em breve ja estaremos enfrentando mais 6 horas de fila no cinemark
do mesmo jeito que foi em crepúsculo e lua nova xD ...

Abraço TWIFORKIANOS





New moon superou todas as espectativas,o sucesso foi tanto que foi o filme realisado a 00h00 que teve mais gente no mundoooooO ... Passando de Harry Potter. O filme como todos devem ter percebido foi 1000 veses melhor que crepúsculo
em todos os sentidos, e mal passou a pré estréia de lua nova, e ja estamos todos esperando pela pré estréia de ECLIPSE, que será realizada no dia 30 de junho de 2010
nos cinemas de todo o mundo.Faltam apênas 232 dias para o grande diaaaH, mas até lá, vamos curtir muito lua nova que so sairá de cartaz no início de janeiro e para quem não leu o livro eclipse, o TWIFORKS AJU recomenda que vocês leiam porque vale muito apêna, além de você ficar por dentro de todos os acontecimentos do filme, ainda melhora sua leitura .. kkkkkkkkk, bjoo para todos os TWIFORKIANOS.